
Das tentativas de ser coletivo
Não lembro realmente quando tudo isso fez sentido. É desse vazio inicial que viver coletivamente parece a chave da existência É claro para mim que a individualidade não exclui a coletividade. Se unir e criar relações é um instinto básico do ser humano. Conhecer e se unir às pessoas parece ser a possibilidade mais rica da vida. A vida parece ser sim a arte do encontro. Mas tem certas vezes que ser coletivo é um saco. Ou uma farsa. O coletivo residirá no que existe de mais individual em cada um de nós? Outras vezes é preciso buscar algum sentido dentro de si quando o entorno perdeu-se. Ou mudar de entorno quando rever faz-se necessário. Ou então, voltar ao mesmo ponto de partida e recomeçar. E tudo junto, recomeçando.
Outras vezes em que é necessário perceber e reconhecer quando algo se esgota e chega ao fim. Chegar a beira do abismo e parar. Dizer tchau, fim, acabou.
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